| Arguments |
{"categories"=>["meio ambiente", "conceição da barra - es", "extinção", "universidade federal do espírito santo (ufes)"], "content"=>"<div><figure><img src=\"https://uploads.folhavitoria.com.br/2026/03/pzPTwRxb-Peixe-mero.jpg\" alt=\"\"/><figcaption>Foto: Divulgação/Câmara de Vereadores de Conceição da Barra</figcaption></figure></div>\n<p>O município de <strong><a href=\"https://www.folhavitoria.com.br/tag/conceicao-da-barra/\" type=\"post_tag\" id=\"1447\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Conceição da Barra</a></strong>, no Norte do<a href=\"https://www.folhavitoria.com.br/tag/espirito-santo/\" type=\"post_tag\" id=\"623\"> <strong>Espírito Santo</strong></a>, oficializou o<a href=\"https://www.folhavitoria.com.br/tag/peixe/\" type=\"post_tag\" id=\"13662\"> <strong>peixe </strong></a>Epinephelus itajara, popularmente conhecido como peixe mero do Brasil, como patrimônio natural e peixe-símbolo municipal.</p>\n\n\n\n<p>A espécie marinha é considerada criticamente ameaçada de <a href=\"https://www.folhavitoria.com.br/tag/extincao/page/2/\"><strong>extinção</strong></a>, porém a cidade capixaba é reconhecido como o maior berçário do animal. Nos manguezais do município, mais de 300 filhotes já foram identificados desde 2014, a partir de pesquisas do Projeto Meros do Brasil, desenvolvido pela Universidade Federal do Espírito Santo (<strong><a href=\"https://www.folhavitoria.com.br/tag/universidade-federal-do-espirito-santo/page/4/\">Ufes</a></strong>), no Centro Universitário Norte do Espírito Santo (Ceunes).</p>\n\n\n\n<p>O coordenador do projeto e professor da Ufes, <strong>Maurício Hostim</strong>, afirma que o peixe possui importância ambiental e cultural. <strong>“O mero representa muito mais que uma espécie marinha. É um símbolo da biodiversidade e do compromisso com a preservação dos oceanos”</strong>, destacou.</p>\n\n\n\n<p>A medida de reconhecimento do peixe mero como patrimônio foi aprovada pela Câmara de Vereadores e contou também com a inauguração da Sala de Cultura Oceânica Meros, instalada no polo da Universidade Aberta do Brasil. O espaço é voltado à educação ambiental, à divulgação científica e à conscientização da população sobre a importância dos ecossistemas marinhos e costeiros.</p>\n\n\n\n<p>O projeto é fruto de uma parceria entre o Projeto Meros do Brasil, a Ufes e a Prefeitura de Conceição da Barra, com foco na preservação da espécie e do ecossistema marinho.</p>\n\n\n\n<p><strong>“Cuidar do mero é também preservar um patrimônio natural do município e garantir que as próximas gerações tenham acesso a essa riqueza”</strong>, afirmou o prefeito de Conceição da Barra, Erivan Tavares.</p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-especie-pode-chegar-a-400-quilos\">Espécie pode chegar a 400 quilos</h3>\n\n\n\n<p>O peixe mero (Epinephelus itajara) pode atingir até 2,5 metros de comprimento e cerca de 400 quilos, sendo um dos maiores peixes recifais do Atlântico.</p>\n\n\n\n<p>Devido à forte redução da população ao longo das últimas décadas, <strong>a pesca da espécie é proibida no Brasil</strong> como forma de evitar sua extinção.</p>\n\n\n\n<p>Criado em 2008, o projeto Meros do Brasil atua em nove estados e <strong>37 municípios, monitorando cerca de 1.500 quilômetros da costa brasileira</strong>. As pesquisas investigam genética, alimentação e deslocamento dos animais, além de desenvolver ações de educação ambiental com comunidades costeiras e pescadores.</p>\n\n\n\n<p>De acordo com o biólogo e vice-presidente Conselho Regional de Biologia do ES (CRBio-10), <strong>Daniel Motta</strong>, os peixes meros só sobrevivem em locais com bons níveis de preservação ambiental. Além disso, existem alguns motivos para essa espécie estar ameaçado de extinsão, como: a <strong>poluição e degradação ambiental.</strong></p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-seox-seox-quotes seox-block-quote mb-5 seox-quote-1\"><blockquote>\n<p>Os principais motivos são a poluição, a degradação dos ambientes marinhos e costeiros, e a pesca ilegal. A poluição de áreas estuarinas e a supressão de áreas de manguezal, ameaça principalmente as formas jovens. Já, a previsibilidade em tempo e lugar das agregações reprodutivas de meros pelos pescadores, aliadas à maturação tardia e longo período de vida, tornaram a espécie altamente suscetível à sobrepesca.</p>\n<cite> Daniel Motta, vice-presidente Conselho Regional de Biologia do ES </cite></blockquote></div>\n\n\n\n<p>O biólogo também destaca que os peixes meros se reproduzem tardiamente, entre os 6 e 8 anos, dessa forma, para a proteção dos animais é preciso de mais de duas décadas de cuidados com a espécie.</p>\n\n\n\n<p>*<em>Texto sob supervisão da repórter Leiri Santana</em><a href=\"https://www.folhavitoria.com.br/autor/laura-maciel/\"></a></p>\n", "date_published"=>"Wed, 25 Mar 2026 14:27:03 +0000", "description"=>"<div><figure><img src=\"https://uploads.folhavitoria.com.br/2026/03/pzPTwRxb-Peixe-mero.jpg\" alt=\"\"/><figcaption>Foto: Divulgação/Câmara de Vereadores de Conceição da Barra</figcaption></figure></div>Espécie marinha é considerada criticamente ameaçada de extinção; animal pode atingir 400 quilos e 2,5 metros", "enclosure"=>{"url"=>"https://uploads.folhavitoria.com.br/2026/03/pzPTwRxb-Peixe-mero.jpg", "type"=>"image/jpeg", "length"=>"125492"}, "enclosures"=>[], "id"=>"https://www.folhavitoria.com.br/?p=7836295", "subtitle"=>"<div><figure><img src=\"https://uploads.folhavitoria.com.br/2026/03/pzPTwRxb-Peixe-mero.jpg\" alt=\"\"/><figcaption>Foto: Divulgação/Câmara de Vereadores de Conceição da Barra</figcaption></figure></div>Espécie marinha é considerada criticamente ameaçada de extinção; animal pode atingir 400 quilos e 2,5 metros", "title"=>"Peixe que pode chegar a 400 quilos vira símbolo oficial em cidade do Norte do ES", "url"=>"https://www.folhavitoria.com.br/meio-ambiente/peixe-que-pode-chegar-a-400-quilos-vira-simbolo-oficial-em-cidade-do-norte-do-es/", "partner"=>{"agency_id"=>"5a2157eea4fd5499c201404e", "arc_publication"=>false, "feed_url"=>"https://www.folhavitoria.com.br/feed/", "post_url"=>"http://cms-homol-api.ir7.com.br/agencies/5a2157eea4fd5499c201404e/external_media", "feed_rss_layoutr7"=>false, "feed_rss"=>"external_media", "generic_login_url"=>"", "generic_user_key"=>"", "generic_user"=>"", "generic_password_key"=>"", "generic_password"=>"", "afp_client_id"=>"", "afp_client_secret"=>"", "section_id"=>"51df424308c6bb2cde000360", "website_id"=>"", "template_id"=>"", "name"=>"Folha Vitória", "type_authentication"=>"basic", "authentication"=>false, "show_images_carousel"=>false, "should_publish"=>true, "distributor"=>"f23fbed5-2bdc-46ed-b2f0-b73073fd5cf9", "summary"=>true}, "images"=>[], "arc_gallery"=>[]}
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