| Arguments |
{"categories"=>["economia", "folha business", "negócios"], "content"=>"<div><figure><img src=\"https://uploads.folhavitoria.com.br/2026/03/PHOTO-2026-03-23-15-23-32.jpg\" alt=\"\"/></figure></div>\n<p>A Marca Livre, empresa capixaba de criação e gestão de marcas próprias, projeta movimentar R$ 100 milhões ao longo de 2026, volume gerado por mais de 1.000 pontos de venda espalhados pelo estado e em outras regiões do país. </p>\n\n\n\n<p>O número sinaliza a aceleração de um modelo de negócio que, durante décadas, ficou restrito às grandes redes de varejo e começa agora a ganhar tração entre farmácias independentes e associações do setor.</p>\n\n\n\n<p>Fundada pelos sócios Bruno Fernandes e Daniel Neri, a empresa reúne um portfólio de mais de 10 mil produtos ativos prontos para serem convertidos em marcas próprias. Até agora, cerca de 600 já foram estruturados e a meta é chegar a 1.000 produtos até o fim deste ano. </p>\n\n\n\n<p>O modelo de negócio é baseado em contrato de prestação de serviços: a Marca Livre identifica o fornecedor, nacional ou internacional, conduz o processo regulatório junto à Anvisa e desenvolve a identidade da marca. </p>\n\n\n\n<p>O mercado brasileiro de marcas próprias ainda opera em patamar significativamente inferior ao de economias maduras. Enquanto países europeus registram participação superior a 40% em diversas categorias, o Brasil responde por apenas 2% do mix, segundo o relatório <em>The State of Grocery Retail Europe</em>.</p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"1086\" height=\"768\" src=\"https://uploads.folhavitoria.com.br/2026/03/PHOTO-2026-03-23-15-16-21-1086x768.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-7834878\" srcset=\"https://uploads.folhavitoria.com.br/2026/03/PHOTO-2026-03-23-15-16-21-516x365.jpg 516w, https://uploads.folhavitoria.com.br/2026/03/PHOTO-2026-03-23-15-16-21-1086x768.jpg 1086w, https://uploads.folhavitoria.com.br/2026/03/PHOTO-2026-03-23-15-16-21-782x553.jpg 782w, https://uploads.folhavitoria.com.br/2026/03/PHOTO-2026-03-23-15-16-21-140x99.jpg 140w, https://uploads.folhavitoria.com.br/2026/03/PHOTO-2026-03-23-15-16-21-424x300.jpg 424w, https://uploads.folhavitoria.com.br/2026/03/PHOTO-2026-03-23-15-16-21-150x106.jpg 150w, https://uploads.folhavitoria.com.br/2026/03/PHOTO-2026-03-23-15-16-21.jpg 1280w\" sizes=\"(max-width: 1086px) 100vw, 1086px\" /></figure>\n\n\n\n<p>“Isso representa mais margem e mais controle sobre o negócio. Mais do que uma alternativa de preço, investir em marca própria se tornou uma estratégia central de crescimento”, afirma Bruno Fernandes. Segundo ele, além das redes de farmácias, associações e federações setoriais têm adotado o modelo para fortalecer os associados, viabilizando acesso a escala e inteligência comercial que antes eram privilégio exclusivo dos grandes grupos.</p>\n\n\n\n<p>“O associativismo permite acesso a melhores condições comerciais, inteligência e estratégia. O que antes era exclusivo das grandes redes agora chega às farmácias menores”, acrescenta Daniel Neri. </p>\n\n\n\n<p>Entre os carros-chefe do portfólio farmacêutico, vitaminas e nutracêuticos ocupam posição de destaque pelo grau de difusão entre consumidores, pela simplicidade do processo produtivo e pela forte aceitação no mercado. O segmento de correlatos (produtos como luvas, algodão, máscaras e seringas) e as linhas de conveniência também integram a oferta.</p>\n\n\n\n<p>A empresa acaba de ampliar sua atuação para o setor de autopeças, com portfólio que inclui produtos como palhetas de para-brisa, lâmpadas e fluidos de freio e radiador. </p>\n\n\n\n<p>“O aumento de margem e faturamento do lojista é apenas o primeiro passo. O que sustenta o modelo é a fidelização de clientes e a criação de um ativo de longo prazo. Assim, a marca própria se torna uma ferramenta de gestão”, conclui Daniel Neri. </p>\n", "date_published"=>"Mon, 23 Mar 2026 18:25:38 +0000", "description"=>"<div><figure><img src=\"https://uploads.folhavitoria.com.br/2026/03/PHOTO-2026-03-23-15-23-32.jpg\" alt=\"\"/></figure></div>A Marca Livre, empresa capixaba de criação e gestão de marcas próprias, projeta movimentar R$ 100 milhões ao longo de 2026, volume gerado por mais de 1.000 pontos de venda espalhados pelo estado e em outras regiões do país. 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