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{"categories"=>["jogamos", "notícias", "r7", "coop bugado mas divertido", "dash no desespero", "deadzone rogue", "fps indie", "jogo de tiro caótico", "prophecy games", "roguelite espacial", "zumbi cibernético"], "content"=>"<p class=\"\" data-start=\"309\" data-end=\"667\"><strong data-start=\"309\" data-end=\"322\"><img decoding=\"async\" class=\"alignleft size-full wp-image-226600\" src=\"https://gamehall.com.br/wp-content/uploads/2025/05/deadzone1.webp\" alt=\"\" width=\"460\" height=\"215\" srcset=\"https://gamehall.com.br/wp-content/uploads/2025/05/deadzone1.webp 460w, https://gamehall.com.br/wp-content/uploads/2025/05/deadzone1-300x140.webp 300w, https://gamehall.com.br/wp-content/uploads/2025/05/deadzone1-150x70.webp 150w\" sizes=\"(max-width: 460px) 100vw, 460px\" />Meu chapa</strong>, se você achava que o espaço sideral era só silêncio e poeira cósmica,<a href=\"https://store.steampowered.com/app/3228590/Deadzone_Rogue/\"> <em data-start=\"394\" data-end=\"411\">Deadzone: Rogue</em> </a>vem te dar uma voadora interdimensional bem no meio do teclado. Porque aqui <strong data-start=\"488\" data-end=\"581\">o silêncio é substituído por tiroteio, robô possuído, granada explodindo tripa alienígena</strong> e um HUD cheio de número piscando enquanto você grita “onde é que eu tô, meu Deus??”.</p>\n<p class=\"\" data-start=\"669\" data-end=\"891\">Esse jogo é tipo aquele primo do <em data-start=\"702\" data-end=\"708\">DOOM</em> que largou a faculdade, virou indie e agora vive num porão com um PC gamer rodando Unreal Engine. É tiro, dash, loot, <strong data-start=\"827\" data-end=\"890\">morte súbita, revive no rage, power-up bizarro, e aí repete</strong>.</p>\n<h3 class=\"\" data-start=\"898\" data-end=\"945\"><img src=\"https://s.w.org/images/core/emoji/15.1.0/72x72/1f47d.png\" alt=\"👽\" class=\"wp-smiley\" style=\"height: 1em; max-height: 1em;\" /> E a história? Tem sim, mas finge que não</h3>\n<p class=\"\" data-start=\"947\" data-end=\"1331\">Você acorda numa estação espacial – porque, claro, todo FPS começa com o protagonista acordando em algum lugar – sem memória, sem amigos, e com um arsenal improvisado que parece ter saído da gaveta do Duke Nukem. A nave tá infestada de <strong data-start=\"1183\" data-end=\"1331\">robôs demoníacos, zumbis com LED RGB, e chefões que parecem resultado de uma briga entre o H.R. Giger e um engenheiro da Boston Dynamics bêbado.</strong></p>\n<p class=\"\" data-start=\"1333\" data-end=\"1542\">Seu objetivo? <strong data-start=\"1347\" data-end=\"1362\">Não morrer.</strong> E se der tempo, descobrir por que diabos você tá ali. Mas vamos ser sinceros: você não tá aqui pela lore. Você quer atirar, upar, morrer, repetir. E isso o jogo entrega com gosto.</p>\n<h3 class=\"\" data-start=\"1549\" data-end=\"1619\"><img src=\"https://s.w.org/images/core/emoji/15.1.0/72x72/1f52b.png\" alt=\"🔫\" class=\"wp-smiley\" style=\"height: 1em; max-height: 1em;\" /> Gameplay: frenético, surtado e às vezes injusto — e a gente AMA</h3>\n<p class=\"\" data-start=\"1621\" data-end=\"1924\"><em data-start=\"1621\" data-end=\"1638\">Deadzone: Rogue</em> mistura tiroteio acelerado, dash de 2 segundos com cooldown de 3 milésimos, e inimigos que aparecem em ondas <strong data-start=\"1748\" data-end=\"1778\">igual boleto no fim do mês</strong>. E quando você acha que tem tudo sob controle, aparece um robô com lança-chamas montado num drone voador te dando bom dia com uma rajada na cara.</p>\n<p class=\"\" data-start=\"1926\" data-end=\"2277\">Mas ó, tem charme: o jogo te dá uma variedade boa de armas que <strong data-start=\"1989\" data-end=\"2037\">podem ser modificadas com efeitos elementais</strong>. Gelo, fogo, choque, raiva, decepção amorosa — tudo vira munição. E aí começa a magia da personalização, aquele momento em que você pensa “se eu juntar essa escopeta flamejante com essa passiva de eletricidade, talvez eu consiga… MORRI”.</p>\n<p class=\"\" data-start=\"2279\" data-end=\"2305\">Mas pelo menos foi bonito.</p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Deadzone: Rogue | Early Access Trailer\" width=\"1220\" height=\"686\" src=\"https://www.youtube.com/embed/VO_s2T5_7Xo?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen></iframe></p>\n<h3 class=\"\" data-start=\"2312\" data-end=\"2380\"><img src=\"https://s.w.org/images/core/emoji/15.1.0/72x72/1f9ea.png\" alt=\"🧪\" class=\"wp-smiley\" style=\"height: 1em; max-height: 1em;\" /> Roguelite de verdade, com aquele temperinho da frustração boa</h3>\n<p class=\"\" data-start=\"2382\" data-end=\"2630\">A cada run, você pega <strong data-start=\"2404\" data-end=\"2432\">componentes tecnológicos</strong> que servem pra upar permanentemente seu personagem. É o famoso “sofre agora pra sorrir depois”, versão sci-fi. Você melhora escudo, arma, dano, resistência à vergonha alheia… e recomeça mais forte.</p>\n<p class=\"\" data-start=\"2632\" data-end=\"2904\">Só que mesmo mais forte, o jogo continua não perdoando. Principalmente porque <strong data-start=\"2710\" data-end=\"2740\">o level design muda sempre</strong>, as salas são proceduralmente geradas e você nunca sabe se vai encontrar um armário de munição ou uma emboscada de mecha raivoso com mira laser e rancor acumulado.</p>\n<h3 class=\"\" data-start=\"2911\" data-end=\"2979\"><img src=\"https://s.w.org/images/core/emoji/15.1.0/72x72/1f91d.png\" alt=\"🤝\" class=\"wp-smiley\" style=\"height: 1em; max-height: 1em;\" /> Modo cooperativo: às vezes funciona, às vezes vira ‘<a href=\"https://gamehall.com.br/?s=Among+Us\">Among Us</a>‘</h3>\n<p class=\"\" data-start=\"2981\" data-end=\"3342\">Até 3 jogadores podem jogar juntos no modo coop. Legal, né? Sim. Na teoria. Na prática, às vezes o jogo resolve que <strong data-start=\"3097\" data-end=\"3167\">quando seu amigo morre, vocês vão juntos pro buraco. Literalmente.</strong> Bugzinho aqui, travadinha ali… o multijogador ainda tá meio bagunçado. Mas a vibe é boa. E nada une dois amigos como morrer juntos na mesma sala cheia de armadilha invisível.</p>\n<h3 class=\"\" data-start=\"3349\" data-end=\"3426\"><img src=\"https://s.w.org/images/core/emoji/15.1.0/72x72/1f9df-200d-2642-fe0f.png\" alt=\"🧟‍♂️\" class=\"wp-smiley\" style=\"height: 1em; max-height: 1em;\" /> Inimigos & Bosses: biomecânicos que fariam o Ridley Scott suar frio</h3>\n<p class=\"\" data-start=\"3428\" data-end=\"3694\">Tem zumbi mecânico, tem droninho com metralhadora, tem aranha cibernética, e tem <strong data-start=\"3509\" data-end=\"3590\">chefões que parecem ter saído de um pesadelo depois de comer feijoada cósmica</strong>. Os caras são grandes, fortes, e te caçam como se você tivesse batido no carro deles no estacionamento.</p>\n<p class=\"\" data-start=\"3696\" data-end=\"3840\">E a IA? Malandramente esperta. Eles sabem se posicionar, te cercam, te cobram CPF… não é o tipo de inimigo que fica parado esperando você mirar.</p>\n<h3 class=\"\" data-start=\"3847\" data-end=\"3910\"><img src=\"https://s.w.org/images/core/emoji/15.1.0/72x72/1f3a7.png\" alt=\"🎧\" class=\"wp-smiley\" style=\"height: 1em; max-height: 1em;\" /> Trilha sonora & som: serve, mas podia ser mais metaleira</h3>\n<p class=\"\" data-start=\"3912\" data-end=\"4183\">A música é funcional. Não empolga, mas também não irrita. Fica ali, no fundo, tentando dar uma vibe sci-fi industrial enquanto você corre por corredores ensanguentados. O problema é que ela <strong data-start=\"4102\" data-end=\"4123\">repetitiva demais</strong>. Depois da quinta run você começa a cantar junto. De tédio.</p>\n<p class=\"\" data-start=\"4185\" data-end=\"4360\">Os efeitos sonoros são bem feitos: <strong data-start=\"4220\" data-end=\"4283\">tiros têm peso, explosões têm impacto, gritos têm desespero</strong>. Só faltou a trilha de boss com guitarra de 17 cordas pra completar o combo.</p>\n<h3 class=\"\" data-start=\"4367\" data-end=\"4437\"><img src=\"https://s.w.org/images/core/emoji/15.1.0/72x72/1f4bb.png\" alt=\"💻\" class=\"wp-smiley\" style=\"height: 1em; max-height: 1em;\" /> Gráfico: claustrofóbico, escuro, e do jeitinho que o caos gosta</h3>\n<p class=\"\" data-start=\"4439\" data-end=\"4710\">Não tem ray tracing? Não tem problema. O visual é sujo, denso, metálico e claustrofóbico. <strong data-start=\"4529\" data-end=\"4614\">Você sente que tá dentro de uma estação espacial onde até a parede quer te matar.</strong> É tipo jogar <em data-start=\"4628\" data-end=\"4634\">DOOM</em> com lanterna fraca e clima de <em data-start=\"4665\" data-end=\"4677\">Dead Space</em> sem o capricho do orçamento AAA.</p>\n<p class=\"\" data-start=\"4712\" data-end=\"4875\">E tudo isso ajuda: a ambientação segura a bronca. O problema é que <strong data-start=\"4779\" data-end=\"4848\">as áreas começam a parecer muito parecidas depois de algumas runs</strong>, e a repetição pode bater.</p>\n<p class=\"\" data-start=\"5499\" data-end=\"5729\"><em data-start=\"5499\" data-end=\"5516\">Deadzone: Rogue</em> é aquele jogo que <strong data-start=\"5535\" data-end=\"5661\">você odeia nos primeiros 10 minutos, vicia nos próximos 30, e depois de 2 horas tá xingando enquanto dá retry pela 47ª vez</strong>. É sujo, é bruto, é direto ao ponto — e é por isso que é tão legal.</p>\n<p class=\"\" data-start=\"5731\" data-end=\"5947\">Ele ainda tem muito o que melhorar. Tá em Acesso Antecipado, o que quer dizer “tamo arrumando enquanto você joga, paciência aí”. Mas já dá pra ver que <strong data-start=\"5882\" data-end=\"5924\">o esqueleto é forte, o DNA é promissor</strong>, e o caos é garantido.</p>\n<p class=\"\" data-start=\"5949\" data-end=\"6105\">Se você curte FPS frenético com morte aleatória, loot, tiro na cara e monstros biomecânicos com cheiro de óleo e vingança… pode entrar. O inferno começou.</p>\n<p class=\"\" data-start=\"6112\" data-end=\"6277\"><img src=\"https://s.w.org/images/core/emoji/15.1.0/72x72/1f4dd.png\" alt=\"📝\" class=\"wp-smiley\" style=\"height: 1em; max-height: 1em;\" /> <em data-start=\"6115\" data-end=\"6277\">Em breve, a análise completa de Deadzone: Rogue com mais detalhes, bugs, prints, mortes trágicas e momentos em que a gente quase quebrou o teclado. Fica ligado.</em></p><p>The post <a href=\"https://gamehall.com.br/jogamos-deadzone-rogue-ou-como-eu-aprendi-a-amar-o-caos-intergalactico-e-morrer-tentando/\">Jogamos | Deadzone: Rogue – ou como eu aprendi a amar o caos intergaláctico e morrer tentando</a> first appeared on <a href=\"https://gamehall.com.br\">GameHall</a>.</p>", "date_published"=>"Sun, 18 May 2025 19:09:58 +0000", "description"=>"<p>Meu chapa, se você achava que o espaço sideral era só silêncio e poeira cósmica, Deadzone: Rogue vem te dar uma voadora interdimensional bem no meio do teclado. 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