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{"categories"=>["economia", "desigualdade", "ibge", "pnad contínua", "pobreza"], "content"=>"<div><figure><img src=\"https://uploads.folhavitoria.com.br/2025/05/8eee1a46-dc90-4737-a77f-6f31d4c7dccf.jpeg\" alt=\"\"/><figcaption>Apesar da diminuição da diferença de renda entre mais ricos e mais pobres, país ainda sofre com desigualdades e grande parte da população vivendo abaixo da linha da pobreza. Crédito: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil</figcaption></figure></div>\n<p>O Brasil registrou, em 2024, a menor diferença entre os maiores e os menores rendimentos desde 2012. A informação é da <strong><a href=\"https://www.folhavitoria.com.br/tag/pnad-continua/\">Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua)</a></strong>, divulgada pelo <strong><a href=\"https://www.ibge.gov.br/\">Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)</a></strong> nesta quinta-feira (8). Ou seja, os 10% da população brasileira com maior renda recebem 13,4 vezes o que ganham os 40% da população com menor renda.</p>\n\n\n\n<p>Apesar de o país ainda ser bastante <strong><a href=\"https://www.folhavitoria.com.br/tag/pobreza/\">desigual</a></strong>, essa é a menor razão na renda desde o início da série histórica da pesquisa, em 2012. </p>\n\n\n\n<p>Em 2024, os 10% da população com mais renda recebiam, em média, R$ 8.034. Já os 40% da população que recebem menos, ganhavam, em média, R$ 601. Em 2018, foi registrada a maior diferença de renda. Os 10% mais ricos recebiam 17,8 vezes o que ganhavam os 40% mais pobres.</p>\n\n\n\n<p>Considerados os 1% com os maiores rendimentos, a diferença aumenta. O rendimento médio dessa parcela da população chegava, em 2024, a R$ 21.767. Ou seja, 36,2 vezes o rendimento dos 40% de menor renda. Essa razão reduziu em relação a 2023, quando era 39,2 vezes.</p>\n\n\n\n<p>A Pnad investiga, regularmente, informações sobre a renda das pessoas residentes no Brasil. A pesquisa considera os rendimentos do trabalho, de programas sociais, aposentadoria, pensões ou outras fontes, como alugueis, aplicações financeiras e bolsas de estudo.</p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-aumento-da-renda\">Aumento da renda</h2>\n\n\n\n<p>A Pnad mostra que houve um maior aumento real (descontando a inflação do período) daqueles que recebem menos. Entre os 40% com as menores rendas mensais reais domiciliares per capita houve um aumento de 9,3% em 2024. Isso na comparação com 2023, (de R$ 550 para R$ 601). Porém entre os 10% com os maiores rendimentos, essa variação foi menor em um ano (1,5%), passando de R$ 7.914 para R$ 8.034.  </p>\n\n\n\n<p>Em todo o país, em média, a renda mensal real domiciliar per capita foi de R$ 2.020, em 2024. Nesse sentido, esse valor é o maior da série histórica e representa um aumento de 4,7% em relação a 2023, quando era R$ 1.929.</p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p><strong>Nas classes de menor renda, a gente observou que o crescimento ficou bastante acima da média do país, enquanto nas classes de maior renda, o crescimento, principalmente nos 10% de maior renda, ficaram abaixo da média do país.</strong> Gustavo Fontes, analista do IBGE</p>\n</blockquote>\n\n\n\n<p>Segundo a pesquisa, entre os fatores que podem explicar crescimento dos menores rendimentos estão:</p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>o dinamismo do mercado de trabalho nos últimos anos, com a elevação do nível de ocupação e o crescimento do rendimento médio do trabalho, inclusive nos décimos mais baixos da distribuição</li>\n\n\n\n<li>os reajustes do salário mínimo </li>\n\n\n\n<li>o recebimento de benefícios de diferentes programas sociais do governo</li>\n</ul>\n\n\n\n<p>Especificamente em relação a 2019, destaca-se também a expansão dos domicílios abrangidos pelo Programa Bolsa Família e os maiores valores médios pagos como benefício.</p>\n\n\n\n<p>Em relação às regiões do país, de acordo com os resultados da Pnad, entre 2019 e 2024, os maiores aumentos entre os 40% com os menores rendimentos ocorreram no Norte (54,7%) e Nordeste (51,1%). A Região Sul (16,5%) apresentou a menor expansão.</p>\n\n\n\n<p>Em valores, no entanto, a região Nordeste possui o menor valor per capita entre os 40% com os menores rendimentos, R$ 408. A região Norte aparece em segundo lugar, com R$ 444. Já a região Sul está no topo, com R$ 891, seguida pela região Sudeste, com R$ 765, e Centro-Oeste, com R$ 757.</p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-menor-desigualdade\">Menor desigualdade</h2>\n\n\n\n<p>Em 2024, o Índice de Gini do rendimento domiciliar per capita também diminuiu, alcançando 0,506, o menor valor da série, indicando menor desigualdade.&nbsp;</p>\n\n\n\n<p><strong>O Índice de Gini mede a concentração de renda da população.&nbsp;</strong>O indicador varia de 0 a 1, sendo que quanto mais próximo de zero, menor a desigualdade.</p>\n\n\n\n<p>A série histórica mostra que de 2012 a 2015, houve uma tendência de redução da desigualdade, com o índice variando de 0,540 para 0,524.&nbsp;</p>\n\n\n\n<p>Em 2016, o índice começa a aumentar, mostrando também o aumento da desigualdade.&nbsp;<strong>Em 2018, atingiu o maior valor da série, 0,545.</strong>&nbsp;</p>\n\n\n\n<p>Em 2022, o índice de Gini do rendimento domiciliar per capita caiu para 0,518, estabilizando-se nesse valor em 2023.</p>\n\n\n\n<p>Segundo Fontes, o Brasil ainda é um país desigual, mas apresentou melhoras.</p>\n\n\n\n<p>“O Brasil, inegavelmente, ainda é um país bastante desigual, se a gente comparar com diferentes indicadores de desigualdade de renda. Mas, em 2024, a gente observa uma melhoria nessa distribuição de renda”.</p>\n", "date_published"=>"Thu, 08 May 2025 14:18:54 +0000", "description"=>"<div><figure><img src=\"https://uploads.folhavitoria.com.br/2025/05/8eee1a46-dc90-4737-a77f-6f31d4c7dccf.jpeg\" alt=\"\"/><figcaption>Apesar da diminuição da diferença de renda entre mais ricos e mais pobres, país ainda sofre com desigualdades e grande parte da população vivendo abaixo da linha da pobreza. Crédito: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil</figcaption></figure></div>Em 2024, os 10% da população com mais renda recebiam, em média, R$ 8.034. 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