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{"categories"=>["economia", "cana", "conab", "safra", "sudeste"], "content"=>"<div><figure><img src=\"https://uploads.folhavitoria.com.br/2025/04/AgenciaBrasil140512DSC_1078.jpg\" alt=\"\"/><figcaption>A expectativa da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) é de que sejam colhidas 663,4 milhões de toneladas de cana. Crédito: Elza Fiuza/Agência Brasil\n</figcaption></figure></div>\n<p>As condições climáticas desfavoráveis na <strong><a href=\"https://www.folhavitoria.com.br/tag/sudeste/\">Região Sudeste</a></strong> influenciaram negativamente as previsões para a produção de cana-de-açúcar no país no ciclo 2025/26. Nesse sentido, a <strong><a href=\"https://www.folhavitoria.com.br/tag/safra\">safra</a></strong> deve ter o volume 2% menor na comparação com o resultado obtido no ciclo anterior.<img decoding=\"async\" src=\"https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1640730&o=node\"><img decoding=\"async\" src=\"https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1640730&o=node\"></p>\n\n\n\n<p>A expectativa da <strong><a href=\"https://www.gov.br/conab/pt-br\">Companhia Nacional de Abastecimento (Conab)</a></strong> é de colher 663,4 milhões de toneladas. Nesse sentido, a informação é do 1º Levantamento da Safra de Cana-de-Açúcar 2025/26. A Conab divulgou o estudo nesta terça-feira (29), em Brasília.</p>\n\n\n\n<p>Segundo o estudo, a área destinada para a cultura de cana deve se manter “relativamente estável” em relação a 2024/25. O estudo diz ainda que haverá um “ligeiro aumento” de 0,3%, totalizando 8,79 milhões de hectares.</p>\n\n\n\n<p>A produtividade média dos canaviais está estimada em 75.451 quilos por hectare, resultado que representa queda de 2,3% na comparação com a última safra. </p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p><strong>Essa redução se deve às condições climáticas desfavoráveis durante as fases de desenvolvimento das lavouras em 2024.</strong> Conab</p>\n</blockquote>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-cana-no-sudeste\">Cana no Sudeste</h2>\n\n\n\n<p>Se confirmada a queda esperada para a principal região de cana, a colheita na Região Sudeste ficará 4,4% menor na comparação com o ciclo anterior. Ou seja, vai somar 420,2 milhões de toneladas.</p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p><strong>A região Sudeste registrou uma condição climática desfavorável durante o desenvolvimento das lavouras, sobretudo, em São Paulo, onde, além das baixas pluviosidades (chuvas) e altas temperaturas, foram registrados focos de incêndios afetando parte dos canaviais.</strong> Conab</p>\n</blockquote>\n\n\n\n<p>O cenário tende, portanto, a influenciar negativamente a produtividade média em 3,3%. Ou seja, o resultado final será uma colheita de 77.573 quilos por hectare (kg/ha). É também esperada redução de área colhida na região.</p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-sul-e-centro-oeste\">Sul e Centro-Oeste</h2>\n\n\n\n<p>Na região Sul, a expectativa é de que a produtividade se mantenha estável, em cerca de 69 mil quilos por hectare. O setor produtivo espera elevação em termos de área destinada ao plantio. Nesse sentido, deve passar de 2,3% e totalizar 497,1 mil hectares. Do mesmo modo, a produção deverá ser de 34,4 milhões de toneladas.</p>\n\n\n\n<p>Segunda maior região produtora de cana-de-açúcar no país, a Centro-Oeste deverá, segundo a Conab, produzir 148,4 milhões de toneladas nesta safra.</p>\n\n\n\n<p>Este volume é 2,1% maior do que o obtido no ciclo 2024/25. O resultado se deve a um aumento de 3,4% da área cultivada, chegando a 1,91 milhão de hectares.</p>\n\n\n\n<p>“Esse incremento compensa a perda esperada na produtividade média de 1,2%, projetada em 77.574 quilos por hectare. Perda decorrente de condições climáticas menos favoráveis durante a fase evolutiva das lavouras”, justifica a Conab.</p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-norte-e-nordeste\">Norte e Nordeste</h2>\n\n\n\n<p>O setor produtivo espera cenários semelhantes nas regiões Norte e Nordeste. No caso da Região Norte, o setor espera aumentar a área destinada ao setor sucroenergético. Bem como melhorar a produtividade, estimada em 82.395 kg/ha. A produção deverá ser de 4,2 milhões de toneladas.</p>\n\n\n\n<p>Com lavouras na fase de crescimento e previsão de colheita a partir de agosto, o Nordeste deverá ter crescimento em termos de área destinada à produção de cana. Espera-se aumento de 3,6% na produtividade, e uma colheita de 56,3 milhões de toneladas.</p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-subprodutos-e-mercado-da-cana\">Subprodutos e mercado da cana</h2>\n\n\n\n<p>“Mesmo com a redução na safra de cana no atual ciclo, a expectativa é de um incremento na produção de açúcar, podendo chegar a 45,9 milhões de toneladas. Caso o volume se confirme ao final do ciclo, esta será a maior fabricação do produto na série histórica”, projeta a Conab.</p>\n\n\n\n<p>Para ela,&nbsp;a produção de etanol – somados os derivados da cana-de-açúcar e do milho – deve ter seu desempenho reduzido em 1% na mesma base de comparação. É esperada a produção de 36,82 bilhões de litros.</p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p><strong>Quando se analisa apenas o combustível oriundo do esmagamento da cana-de-açúcar, a diminuição chega a 4,2%, (resultado) influenciado pela menor estimativa de colheita da matéria-prima. Essa queda é compensada pelo aumento da fabricação do etanol a partir do milho, que deverá ser acrescida em 11%.</strong> Conab</p>\n</blockquote>\n\n\n\n<p>Apesar da influência negativa do cenário climático, as expectativas para a safra 2025/26 são positivas, uma vez que a competitividade brasileira no mercado internacional se mantém elevada, com custos de produção relativamente baixos e possibilidade de menor oferta em outros grandes produtores. Neste panorama, a manutenção dos embarques em patamar robusto é esperada”, informou a Conab.&nbsp;</p>\n\n\n\n<p>No caso da produção de etanol, nos últimos anos tem sido observado aumento do combustível obtido a partir do milho.</p>\n\n\n\n<p>“O setor tem expandido a capacidade de processamento do cereal, diversificando a matriz de combustíveis renováveis e garantindo maior estabilidade de preços”, detalhou a Conab ao lembrar que – para a safra 2025/26 – espera-se que essa expansão persista, de forma a suprir a demanda interna.</p>\n", "date_published"=>"Tue, 29 Apr 2025 15:12:47 +0000", "description"=>"<div><figure><img src=\"https://uploads.folhavitoria.com.br/2025/04/AgenciaBrasil140512DSC_1078.jpg\" alt=\"\"/><figcaption>A expectativa da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) é de que sejam colhidas 663,4 milhões de toneladas de cana. Crédito: Elza Fiuza/Agência Brasil\n</figcaption></figure></div>Condições climáticas desfavoráveis na Região Sudeste influenciaram previsões para a produção de cana no país no ciclo 25/26, com queda de 2% em comparação ao ciclo anterior\n", "enclosure"=>{"url"=>"https://uploads.folhavitoria.com.br/2025/04/AgenciaBrasil140512DSC_1078.jpg", "type"=>"image/jpeg", "length"=>"1404749"}, "enclosures"=>[], "id"=>"https://www.folhavitoria.com.br/?p=7336285", "subtitle"=>"<div><figure><img src=\"https://uploads.folhavitoria.com.br/2025/04/AgenciaBrasil140512DSC_1078.jpg\" alt=\"\"/><figcaption>A expectativa da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) é de que sejam colhidas 663,4 milhões de toneladas de cana. 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