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{"categories"=>["análises", "notícias", "r7", "asilo abandonado", "experiência de medo", "first person horror", "indie horror", "jogo de terror", "jogo psicológico", "overdose", "pc master race", "rumbletech", "survival horror"], "content"=>"<p class=\"\" data-start=\"448\" data-end=\"734\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-full wp-image-226013\" src=\"https://gamehall.com.br/wp-content/uploads/2025/04/overdose.webp\" alt=\"\" width=\"460\" height=\"215\" srcset=\"https://gamehall.com.br/wp-content/uploads/2025/04/overdose.webp 460w, https://gamehall.com.br/wp-content/uploads/2025/04/overdose-300x140.webp 300w, https://gamehall.com.br/wp-content/uploads/2025/04/overdose-150x70.webp 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 460px) 100vw, 460px\" />Se você chegou aqui achando que <a href=\"https://store.steampowered.com/app/3382220/OVERDOSE/\"><strong data-start=\"480\" data-end=\"492\">Overdose</strong></a> é aquele projeto do Kojima com a Margaret Qualley, pode parar e ajustar o GPS do cérebro, porque aqui a parada é bem mais crua. E quando eu digo “crua”, é no estilo <em data-start=\"658\" data-end=\"733\">horrorzão indie feito com suor, sangue e duas latinhas de Monster por dia</em>.</p>\n<p class=\"\" data-start=\"736\" data-end=\"1233\">Lançado de forma discreta no Steam, o jogo me pegou de surpresa no pior (ou melhor?) sentido. A página já avisa que você vai encarar uma experiência de horror em primeira pessoa ambientada num <strong data-start=\"929\" data-end=\"949\">asilo abandonado</strong> onde experimentos deram errado, monstros vagam pelos corredores e um fantasma vingativo grita mais que gamer banido de ranked. Mas né, eu sou o RumbleTech, então fui lá, botei o headset, desliguei a luz e pensei: “bora ver se esse asilo me assusta mais do que rodar jogo em console.”</p>\n<p class=\"\" data-start=\"1235\" data-end=\"1256\">Spoiler: me assustou.</p>\n<h3 class=\"\" data-start=\"1263\" data-end=\"1340\">Primeiras impressões: entrei pra cuidar de doido, virei cobaia de sadista</h3>\n<p class=\"\" data-start=\"1342\" data-end=\"1646\">O jogo começa sem muito papo, sem tutorial, sem cutscene bonitinha com dublagem AAA. Nada. Você acorda ali no meio da escuridão, com <strong data-start=\"1475\" data-end=\"1526\">uma lanterna que mais parece um fósforo molhado</strong>, e logo percebe que tem que entregar medicamentos bizarros pros pacientes que estão… digamos… <em data-start=\"1621\" data-end=\"1646\">ligeiramente instáveis.</em></p>\n<p class=\"\" data-start=\"1648\" data-end=\"1736\">Tipo aquele colega que diz que prefere jogar no PS4 porque “não liga pra gráfico”. Sabe?</p>\n<p class=\"\" data-start=\"1738\" data-end=\"2025\">Mas calma, não é só entrega de remedinho. Tem monstro vagando. E não é um monstro de screamer barato, não. É um assassino que te caça pelo mapa inteiro enquanto você tenta manter a sanidade, lidar com os barulhos do inferno, e evitar virar picadinho emocional a cada porta que você abre.</p>\n<h3 class=\"\" data-start=\"2032\" data-end=\"2121\">A ambientação: mais opressiva que o áudio de grupo de trabalho segunda-feira de manhã</h3>\n<p class=\"\" data-start=\"2123\" data-end=\"2367\">Vamos ser sinceros: a <strong data-start=\"2145\" data-end=\"2185\">atmosfera de Overdose é o ponto alto</strong>. Tudo é escuro, abafado, sujo e inquietante. Parece que o chão gruda. As paredes respiram. Os gritos distantes não param. A luz pisca mais do que Wi-Fi de operadora em dia de chuva.</p>\n<p class=\"\" data-start=\"2369\" data-end=\"2471\">É tipo um <em data-start=\"2379\" data-end=\"2403\">Resident Evil clássico</em> só que sem zumbi famoso e com muito mais cheiro de mofo imaginário.</p>\n<p class=\"\" data-start=\"2473\" data-end=\"2677\">A sensação de estar <strong data-start=\"2493\" data-end=\"2519\">sempre sendo observado</strong> é real. Eu juro que em certo ponto do jogo comecei a andar de costas, igual gato assustado, só pra garantir que nada vinha atrás de mim. E mesmo assim, veio.</p>\n<p class=\"\" data-start=\"2679\" data-end=\"2957\">O design de som também merece aplausos nervosos: aquele som de corrente arrastando, o sussurro que aparece do nada, o gemido gutural no fundo do corredor? Tudo bem colocado, bem mixado e milimetricamente calibrado pra fazer você pensar “tô de boa” e <em data-start=\"2929\" data-end=\"2935\">PLAU</em>, trauma desbloqueado.</p>\n<h3 class=\"\" data-start=\"2964\" data-end=\"3035\">A jogabilidade: inventaram o gênero “simulador de pânico funcional”</h3>\n<p class=\"\" data-start=\"3037\" data-end=\"3282\">Não espere mira laser, HUD bonitinho ou mecânicas ultra elaboradas. <strong data-start=\"3105\" data-end=\"3124\">Aqui é na raça.</strong> Você anda, interage, se esconde, e torce pra não errar o caminho e acabar num beco sem saída com um maníaco te encarando igual o capeta olhando buffet livre.</p>\n<p class=\"\" data-start=\"3284\" data-end=\"3666\">As tarefas são simples no papel: entregar medicamentos, controlar os pacientes (sem morrer no processo), explorar e sobreviver. Mas na prática, isso se transforma num ciclo de agonia onde cada passo pode ser o último. E você não sabe se o barulho que ouviu foi um script ou algo te seguindo de verdade. Sério. O jogo é tão <em data-start=\"3607\" data-end=\"3617\">mindfuck</em> que eu comecei a desconfiar até da minha sombra.</p>\n<p class=\"\" data-start=\"3668\" data-end=\"3928\">Ah, e claro: tem aquele <em data-start=\"3692\" data-end=\"3723\">killer à la Mr. X do Paraguai</em>, que aparece quando você menos espera e transforma seu speedrun em <strong data-start=\"3791\" data-end=\"3821\">jogo da cobrinha no pânico</strong>. Só que em vez de comer frutinha, você foge do bicho e reza pra ele se distrair com alguma porta quebrada.</p>\n<h3 class=\"\" data-start=\"3935\" data-end=\"4042\">O enredo: se Silent Hill e Outlast tivessem um filho criado por Edgar Allan Poe e um DJ de terror russo</h3>\n<p class=\"\" data-start=\"4044\" data-end=\"4238\">A história de Overdose é contada aos pedaços, no estilo “leia, ou fique perdido”. E não tô falando de lore por cutscene, não. É bilhetinho rasgado, gravação suja, carta de paciente e por aí vai.</p>\n<p class=\"\" data-start=\"4240\" data-end=\"4567\">Você descobre que o asilo foi palco de <strong data-start=\"4279\" data-end=\"4305\">experimentos sinistros</strong>, conduzidos por um médico com a moral de um CEO de microtransações. Os pacientes viraram cobaias, e um deles escapou. Só que ela não foi pra terapia — ela virou <strong data-start=\"4467\" data-end=\"4567\">um espírito vingativo que berra nos seus ouvidos até você reconsiderar cada decisão da sua vida.</strong></p>\n<p class=\"\" data-start=\"4569\" data-end=\"4824\">E não para por aí. O assassino à solta? É tipo um mutante de jaleco que decidiu que sua existência incomoda. E o asilo? Tem vida própria. Portas que se fecham sozinhas. Luzes que decidem parar de funcionar do nada. Sons que vêm de onde não devia ter nada.</p>\n<p class=\"\" data-start=\"4826\" data-end=\"5019\">É o tipo de enredo que não te dá respostas, mas te faz criar perguntas que você nem sabia que queria fazer. Tipo: “por que eu tô jogando isso meia-noite com fone no máximo e luz apagada mesmo?”</p>\n<h3 class=\"\" data-start=\"5026\" data-end=\"5118\">Comparando com outros jogos: nem tão bonito quanto Visage, mas mais eficaz que Outlast 2</h3>\n<p class=\"\" data-start=\"5120\" data-end=\"5305\">Overdose não tem o polimento visual de um <strong data-start=\"5162\" data-end=\"5172\">Visage</strong>, nem o marketing de um <a href=\"https://gamehall.com.br/?s=Outlast\"><strong data-start=\"5196\" data-end=\"5207\">Outlast</strong></a>, mas entrega algo mais bruto, mais tenso, e paradoxalmente mais <strong data-start=\"5272\" data-end=\"5304\">imersivo na sua simplicidade</strong>.</p>\n<p class=\"\" data-start=\"5307\" data-end=\"5530\">É o tipo de jogo que entende o que é <strong data-start=\"5344\" data-end=\"5359\">terror raiz</strong>: não precisa de gráfico de ponta, só precisa te colocar num lugar onde você nunca mais quer voltar. Mesmo que já esteja na metade do jogo e pense: “ah, já que tô aqui…”</p>\n<h3 class=\"\" data-start=\"5537\" data-end=\"5624\">Experiência técnica: funciona, mas com aquele jeitão de “jogo indie feito no grito”</h3>\n<p class=\"\" data-start=\"5626\" data-end=\"5773\">O jogo não é nenhum benchmark de performance. Mas roda bem. Os loads são rápidos, não tive crashes e a taxa de quadros foi decente o tempo inteiro.</p>\n<p class=\"\" data-start=\"5775\" data-end=\"5986\">Claro, o visual entrega que é um projeto pequeno — texturas recicladas, cenários que se repetem, animações que dariam orgulho pra qualquer jogo de 2010. Mas aqui, isso <strong data-start=\"5943\" data-end=\"5973\">trabalha a favor da tensão</strong>, não contra.</p>\n<p class=\"\" data-start=\"5988\" data-end=\"6158\">E ó: se você tiver um PC decente, dá pra rodar tudo no talo com fone bom e se sentir dentro de um pesadelo interativo. Já num console… bem, não é meu lugar de fala, né?</p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"OVERDOSE Trailer\" width=\"1220\" height=\"686\" src=\"https://www.youtube.com/embed/0s0LL0WVgyg?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen></iframe></p>\n<h2 data-start=\"5689\" data-end=\"5712\"><strong data-start=\"5692\" data-end=\"5710\">Prós e Contras</strong></h2>\n<p><strong>Prós:</strong></p>\n<ul>\n<li>Atmosfera densa e opressiva do jeito que o diabo gosta</li>\n<li>Sonoplastia simplesmente <em data-start=\"6282\" data-end=\"6295\">assustadora</em></li>\n<li>Mecânicas simples que funcionam</li>\n<li>História intrigante com mistério até o fim</li>\n<li>Ótimo para quem curte terror psicológico pesado</li>\n</ul>\n<p><strong>Contras:</strong></p>\n<ul>\n<li>Visual simples (embora funcional)</li>\n<li>Falta de inovação em mecânicas</li>\n<li>Enredo fragmentado pode afastar quem não curte “achar lore”</li>\n<li>Algumas repetições de cenário pesam com o tempo</li>\n<li>IA do assassino às vezes parece <em data-start=\"6669\" data-end=\"6691\">meio perdida na rave</em></li>\n</ul>\n<h2><strong>Nota Final: 7/10</strong></h2>\n<blockquote>\n<p class=\"\" data-start=\"6732\" data-end=\"7068\"><strong data-start=\"6732\" data-end=\"6744\">Overdose</strong> é aquele terror cru, sem glamour, que parece ter sido feito por gente que cresceu jogando <em data-start=\"6835\" data-end=\"6848\">Silent Hill</em> escondido dos pais e hoje desconta isso criando pesadelos interativos. Não é revolucionário, mas é eficaz. Não tem orçamento de triple A, mas tem <strong data-start=\"6995\" data-end=\"7067\">alma, tensão e um gosto amargo de “vou sonhar com isso hoje à noite”</strong>. E o melhor de tudo? Joguei no PC, com tudo no ultra, headset vibrando e coração saindo pela boca. Porque sim: <strong data-start=\"7180\" data-end=\"7226\">PC é onde o terror é vivido com dignidade.</strong> Console? Console assiste no YouTube depois.</p>\n</blockquote><p>The post <a href=\"https://gamehall.com.br/analise-overdose-o-asilo-maldito-onde-voce-vira-enfermeiro-entregador-e-isca-humana-ao-mesmo-tempo/\">Análise | OVERDOSE: o asilo maldito onde você vira enfermeiro, entregador e isca humana ao mesmo tempo</a> first appeared on <a href=\"https://gamehall.com.br\">GameHall</a>.</p>", "date_published"=>"Mon, 21 Apr 2025 12:32:26 +0000", "description"=>"<p>Se você chegou aqui achando que Overdose é aquele projeto do Kojima com a Margaret Qualley, pode parar e ajustar o GPS do cérebro, porque aqui a parada é bem mais crua. E quando eu digo “crua”, é no estilo horrorzão indie feito com suor, sangue e duas latinhas de Monster por dia. 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